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MOTORES DE IMPULSO: COMO MOVIMENTAR UMA NAVE?
 

O Site da USS Venture está muito lisonjeado de poder publicar os artigos técnicos de um Grande Trekker. Para quem não conhece o Contra-Almirante Marc Seven é um especialista em dados científicos do Universo Star Trek e atual Comandante da Divisão Graduação da FFESP - Federação da Frota Estelar de São Paulo. Este é o terceiro artigo de sua autoria que estamos publicando.

 

Este artigo técnico apresenta o funcionamento dos Motores de Impulso instalados nas naves estelares do Universo Star Trek. Aproveitem!
 

 Alm. MDaniel Landman

 USS Venture NCC 71854

 


 

OS MOTORES DE IMPULSO

 

Nas naves da Frota Estelar vemos vários tipos de propulsão. Aqui vamos tratar de um dos tipos mais usados em todas as naves capazes de um vôo interplanetário.

 

A despeito dos poderosos motores de Dobra e dos singelos Empuxadores ou simplesmente Foguetes de Manobra. Um sistema de propulsão muito conhecido na Frota Estelar é o útil MOTOR DE IMPULSO (Impulse Drive).

 

Naves estelares usam seu sistema de propulsão por força de impulso para viajar em velocidades menores que a da luz. Quase sempre em órbita ou navegando dentro de um sistema solar.

 

A descoberta do motor de impulso aconteceu coisa de um ano ou dois depois do primeiro teste de motor de Dobra Espacial, pelo próprio Zefran Cochrane, o qual por alguma razão não tinha o habito de registrar seus progressos em suas pesquisas particulares. Ele simplesmente decolou com uma nave que não usava foguetes e podia acelerar de formas absurdas e também pairar no ar.

 

Depois de impressionar os vizinhos e chamar a atenção da imprensa, ele finalmente começou a explicar como sua nova invenção funcionava.

 

O principio é praticamente o mesmo do motor de Dobra, mas Zefran em vários testes para um motor mais potente percebeu que antes de se quebrar a barreira de Dobra criando a concha completa, os emissores das bobinas supercondutoras, configuradas num formato diferente, podiam também ter uma influencia interessante no espaço einsteniano a volta da nave.

 

Pensemos assim.

 

Quando você se desloca do ponto A ao ponto B sem obstáculos a sua frente nada mais acontece alem de você chegar lá, certo?

 

ERRADO .....  O espaço precisa se adaptar as suas mudanças de posição e isso você pode não sentir mas é assim que os sensores subespaciais funcionam, mas isso é outra historia.

 

Já que seu movimento causa um efeito no Espaço em si, Zefran Cochrane resolveu pesquisar que efeito impresso na malha quadridimensional do espaço poderia resultar em movimento.

 

Sua pesquisa não somente levou a criação do motor de impulso mas também aos compensadores inerciais e geradores de gravidade artificial.

 

Resumindo:

 

Um motor de impulso cria uma deformação gravitacional no espaço, até ai tudo bem, mas essa deformação tem exatamente o mesmo formato que o espaço assumiria se a nave estivesse se movimentando. assim por efeito inverso a nave se movimenta como se um motor de impulso fosse uma hélice invisível no mar do espaço.

 

Assim, dependendo da energia usada no processo e do tamanho da nave em si, a velocidade pode chegar a mais de 90% da velocidade da luz.

 

O computador administra o formato do campo, para compensar a massa de outros corpos celestes nas proximidades, inclusive o planeta, asteróide ou nave onde a nave auxiliar, por exemplo, estiver pousada. Assim literalmente a propulsão por força de impulso vence facilmente a gravidade.

 

Desde as primeiras grandes naves estelares da Frota, A unidade de impulso é alimentada por uma série de reatores de fusão. Os reatores de fusão de impulso são movidos a hidrogênio congelado, também chamado de isótopo de deutério. Um conjunto de bobinas de alta potência do acelerador magnético dirige o escape da energia pura do reator através de um conjunto de sub-bobinas de campo espacial que pode impulsionar a nave até a 0,999 da velocidade da luz.

 

 

Velocidade de impulso normal máxima autorizada para trafego no sistema solar é de cerca de um quarto da velocidade da luz. Embora isso possa parecer lento em termos inter-estelares, note que esta é quase 10.000 vezes mais rápido que a velocidade de, digamos, um ônibus espacial do século 20. É possível viajar mais rápido em velocidades sub-luz, mas, acima de 1/4 de impulso, dados os problemas de deflexão temporal é sempre melhor e causa menos problemas viajar em velocidade de dobra.

 

Raramente é necessário especificar uma velocidade quando se navega em velocidades sub-luz. É geralmente suficiente especificar padrões como "igualando velocidade orbital" (cerca de 0,0001 x velocidade da luz), "manter alinhamento" (quando se quer acompanhar a velocidade de outra nave), ou "impulso total". Durante a execução de manobras específicas que tornam necessário certas velocidades, estas são normalmente expressas em frações da velocidade da luz. "Impulso total" ou seja 0,25 luz "ou" um quarto da velocidade da luz ". Velocidades extremamente baixas são expressas em termos de metros por segundo, como a velocidade de aproximação usual final de atracação de 1,2 metros por segundo.

 

A seguir temos uma planta baixa original do deck onde estão posicionados os sistemas de impulso da seção disco da nave estelar USS Enterprise NCC 1701-D. Clique a figura para aumentar:

 

 


 

 

Artigo Por:

Contra Almirante Marc Seven

uranide@gmail.com

 

Comandante da Divisão Graduação da FFESP

Comandante da Divisão Diplomática da FFESP

Embaixador da FFESP na SL StarFleet

Embaixador da FFESP na USS-VENTURE

Capitão da USS-Urânide

 

Montagem e Arte Final:
Alm. MDaniel Landman - USS Venture NCC 71854

ussventure@uol.com.br

 

Fontes:

INPULSE FORCE PROPULSION SYSTEMS - Star Trek Museum Second Life

http://www.sabrizain.org/startrek/

 

GRÁFICO:

http://www.starshipdatalink.net/operations/impulse.html

07/

 

 

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